quinta-feira, 4 de setembro de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
A vida é como um descascar de "cebolas" as vezes você chora...
Portanto a cada momento você remove uma casca ...
... quando você se sentir completamente nua,
será quando colocara seu melhor vestido...
... quando você se sentir completamente nua,
será quando colocara seu melhor vestido...
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Ciclos...
Ai você descobre que por mais voltas que o mundo de a nossa mente pode
ser mais rápida ,nos proporcionando assim uma porta aberta para este
mesmo mundo.
domingo, 27 de julho de 2014
HOJE
"É
que hoje eu acordei muito feliz. Feliz como tenho acordado durante
tantos e tantos dias. Apesar de tudo. Apesar de tanto. Hoje estou
milionária. Eu tenho um céu azul, e infinitos e tenros raios de sol
preenchendo todos os pontos cardeais da cidade. Sinto tudo tão meu,
porque me sinto tão pertencente a tudo. Eu que sempre quis um lugar para
ir, um lugar de repouso e harmonia. Eu que sempre quis, quando
encontrasse este lugar, poder ficar lá pelo tempo que fosse preciso. E
agora posso, basta eu saber olhar. E a minha imaginação é tão fértil,
solo que nasceu arado, jamais será novamente devastada pelo cultivo da
tristeza. Porque eu descobri toda a acepção da palavra gratidão e, desde
então, me tornei merecedora".
Resultados
“Soma-te de coisas que te façam bem, ignore qualquer tipo de sentimento
que te subtraia.
Que tudo seja natural, principalmente nossas próprias escolhas.
Que as pessoas não sejam apenas de carne e osso, mas que sejam de alma e coração. Que a compreensão venha junto com a paciência
de aceitar o outro como ele é.
Que
julgamentos sejam apenas opiniões de pessoas precipitadas que não
enxergam o sentido de um ser humano, e que elas se corrijam, pelo menos.
Que tenhamos forças para aguentar as nossas fraquezas e coragem para assumi-las.
Que nada seja de mentira, e quando houver mentira que tenhamos a serenidade de reconhecer que o tempo sempre faz seu trabalho.
E que antes de aprender a amar o outro, saibamos amar a nós mesmos.”
O menino e a flor
"Era
uma vez um menino. Ele era bastante pequeno. E ela era uma grande
escola. Mas quando o menininho descobriu que podia ir a sua sala,
caminhando, através da porta, ele ficou feliz. E a escola não parecia
mais tão grande quanto antes.
Uma
manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse: - Hoje
nós iremos fazer um desenho. - Que bom! pensou o menino. Ele gostava de
fazer desenhos. Ele poderia fazer de todos os tipos: leões, tigres,
galinhas, vacas, trens, barcos,; e ele pegou sua caixa de lápis e
começou a desenhar. Mas a professora disse: - Esperem! Ainda não é hora
de começar. E ele esperou até que todos estivessem prontos. - Agora -
disse a professora - nós iremos desenhar flores.
-
Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores. E começou a
desenhar flores com seu lápis cor de rosa, laranja e azul. Mas a
professora disse: - Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era
vermelha com o caule verde. No outro dia, quando o menininho estava em
aula, ao ar livre, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer alguma
coisa com barro. - Que bom! pensou o menininho, ele gostava de barro.
Ele podia fazer todas as coisas com barro: elefante, camundongos, carros
e caminhões. Ele começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Mas a
professora disse: - Esperem! Não é hora de começar. E ele esperou até
que todos estivessem prontos. Agora, disse a professora, nós iremos
fazer um prato. - Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de fazer
pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse: - Esperem! Eu
vou mostrar como se faz. E ela mostrou a todos como fazer um prato
fundo. - Assim - disse a professora - Agora podem começar. O menininho
olhou para o prato da professora. Então olhou para seu próprio prato.
Ele gostava mais do seu prato do que o da professora. Mas ele não podia
dizer isso. Ele amassou o seu barro numa grande bola novamente, e fez um
prato igual o da professora. Era um prato fundo. E muito cedo, o
menininho aprendeu a esperar e a olhar, a fazer as coisas exatamente
como a professora. E muito cedo, ele não fazia mais as coisas por si
próprio.
Então
aconteceu de o menino e sua a família mudarem-se para outra casa, em
outra cidade, e o menininho tinha que ir para outra escola. Esta escola
era maior do que a primeira. E não havia porta da rua nesta escola. E no
primeiro dia ele estava lá.
A
professora disse: - Hoje nós faremos um desenho - Que bom! pensou o
menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a
professora não disse. Ela apenas andava na sala. Foi até ele e falou: -
Você não quer desenhar? - Sim, disse o menininho, o que é que nós vamos
fazer? - Eu não sei, até que você o faça, disse a professora. - Como eu
posso fazê-lo? Perguntou o menininho. - Da maneira que você gostar,
disse a professora. - De que cor? - Se todo mundo fizer o mesmo desenho e
usar as mesmas cores, como eu vou saber quem fez o quê e qual o desenho
de cada um?
- Eu não sei, disse o menininho. E ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde."
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