quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A vida é como um descascar de "cebolas" as vezes você chora...

Portanto a cada momento você remove uma casca ...
... quando você se sentir completamente nua,
 será quando colocara seu melhor vestido...

domingo, 27 de julho de 2014

HOJE

"É que hoje eu acordei muito feliz. Feliz como tenho acordado durante tantos e tantos dias. Apesar de tudo. Apesar de tanto. Hoje estou milionária. Eu tenho um céu azul, e infinitos e tenros raios de sol preenchendo todos os pontos cardeais da cidade. Sinto tudo tão meu, porque me sinto tão pertencente a tudo. Eu que sempre quis um lugar para ir, um lugar de repouso e harmonia. Eu que sempre quis, quando encontrasse este lugar, poder ficar lá pelo tempo que fosse preciso. E agora posso, basta eu saber olhar. E a minha imaginação é tão fértil, solo que nasceu arado, jamais será novamente devastada pelo cultivo da tristeza. Porque eu descobri toda a acepção da palavra gratidão e, desde então, me tornei merecedora".

Resultados


“Soma-te de coisas que te façam bem, ignore qualquer tipo de sentimento 
que te subtraia.
Que tudo seja natural, principalmente nossas próprias escolhas.
Que as pessoas não sejam apenas de carne e osso, mas que sejam de alma e coração. Que a compreensão venha junto com a paciência 
de aceitar o outro como ele é.
Que julgamentos sejam apenas opiniões de pessoas precipitadas que não enxergam o sentido de um ser humano, e que elas se corrijam, pelo menos.
Que tenhamos forças para aguentar as nossas fraquezas e coragem para assumi-las.
Que nada seja de mentira, e quando houver mentira que tenhamos a serenidade de reconhecer que o tempo sempre faz seu trabalho.
E que antes de aprender a amar o outro, saibamos amar a nós mesmos.”
 

O menino e a flor

"Era uma vez um menino. Ele era bastante pequeno. E ela era uma grande escola. Mas quando o menininho descobriu que podia ir a sua sala, caminhando, através da porta, ele ficou feliz. E a escola não parecia mais tão grande quanto antes. 

Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer um desenho. - Que bom! pensou o menino. Ele gostava de fazer desenhos. Ele poderia fazer de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas, trens, barcos,; e ele pegou sua caixa de lápis e começou a desenhar. Mas a professora disse: - Esperem! Ainda não é hora de começar. E ele esperou até que todos estivessem prontos. - Agora - disse a professora - nós iremos desenhar flores. 

- Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores. E começou a desenhar flores com seu lápis cor de rosa, laranja e azul. Mas a professora disse: - Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com o caule verde. No outro dia, quando o menininho estava em aula, ao ar livre, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer alguma coisa com barro. - Que bom! pensou o menininho, ele gostava de barro. Ele podia fazer todas as coisas com barro: elefante, camundongos, carros e caminhões. Ele começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Mas a professora disse: - Esperem! Não é hora de começar. E ele esperou até que todos estivessem prontos. Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato. - Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse: - Esperem! Eu vou mostrar como se faz. E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo. - Assim - disse a professora - Agora podem começar. O menininho olhou para o prato da professora. Então olhou para seu próprio prato. Ele gostava mais do seu prato do que o da professora. Mas ele não podia dizer isso. Ele amassou o seu barro numa grande bola novamente, e fez um prato igual o da professora. Era um prato fundo. E muito cedo, o menininho aprendeu a esperar e a olhar, a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo, ele não fazia mais as coisas por si próprio. 

Então aconteceu de o menino e sua a família mudarem-se para outra casa, em outra cidade, e o menininho tinha que ir para outra escola. Esta escola era maior do que a primeira. E não havia porta da rua nesta escola. E no primeiro dia ele estava lá. 

A professora disse: - Hoje nós faremos um desenho - Que bom! pensou o menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a professora não disse. Ela apenas andava na sala. Foi até ele e falou: - Você não quer desenhar? - Sim, disse o menininho, o que é que nós vamos fazer? - Eu não sei, até que você o faça, disse a professora. - Como eu posso fazê-lo? Perguntou o menininho. - Da maneira que você gostar, disse a professora. - De que cor? - Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu vou saber quem fez o quê e qual o desenho de cada um? 
- Eu não sei, disse o menininho. E ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde."