Ai você descobre que por mais voltas que o mundo de a nossa mente pode
ser mais rápida ,nos proporcionando assim uma porta aberta para este
mesmo mundo.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
HOJE
"É
que hoje eu acordei muito feliz. Feliz como tenho acordado durante
tantos e tantos dias. Apesar de tudo. Apesar de tanto. Hoje estou
milionária. Eu tenho um céu azul, e infinitos e tenros raios de sol
preenchendo todos os pontos cardeais da cidade. Sinto tudo tão meu,
porque me sinto tão pertencente a tudo. Eu que sempre quis um lugar para
ir, um lugar de repouso e harmonia. Eu que sempre quis, quando
encontrasse este lugar, poder ficar lá pelo tempo que fosse preciso. E
agora posso, basta eu saber olhar. E a minha imaginação é tão fértil,
solo que nasceu arado, jamais será novamente devastada pelo cultivo da
tristeza. Porque eu descobri toda a acepção da palavra gratidão e, desde
então, me tornei merecedora".
Resultados
“Soma-te de coisas que te façam bem, ignore qualquer tipo de sentimento
que te subtraia.
Que tudo seja natural, principalmente nossas próprias escolhas.
Que as pessoas não sejam apenas de carne e osso, mas que sejam de alma e coração. Que a compreensão venha junto com a paciência
de aceitar o outro como ele é.
Que
julgamentos sejam apenas opiniões de pessoas precipitadas que não
enxergam o sentido de um ser humano, e que elas se corrijam, pelo menos.
Que tenhamos forças para aguentar as nossas fraquezas e coragem para assumi-las.
Que nada seja de mentira, e quando houver mentira que tenhamos a serenidade de reconhecer que o tempo sempre faz seu trabalho.
E que antes de aprender a amar o outro, saibamos amar a nós mesmos.”
O menino e a flor
"Era
uma vez um menino. Ele era bastante pequeno. E ela era uma grande
escola. Mas quando o menininho descobriu que podia ir a sua sala,
caminhando, através da porta, ele ficou feliz. E a escola não parecia
mais tão grande quanto antes.
Uma
manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse: - Hoje
nós iremos fazer um desenho. - Que bom! pensou o menino. Ele gostava de
fazer desenhos. Ele poderia fazer de todos os tipos: leões, tigres,
galinhas, vacas, trens, barcos,; e ele pegou sua caixa de lápis e
começou a desenhar. Mas a professora disse: - Esperem! Ainda não é hora
de começar. E ele esperou até que todos estivessem prontos. - Agora -
disse a professora - nós iremos desenhar flores.
-
Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores. E começou a
desenhar flores com seu lápis cor de rosa, laranja e azul. Mas a
professora disse: - Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era
vermelha com o caule verde. No outro dia, quando o menininho estava em
aula, ao ar livre, a professora disse: - Hoje nós iremos fazer alguma
coisa com barro. - Que bom! pensou o menininho, ele gostava de barro.
Ele podia fazer todas as coisas com barro: elefante, camundongos, carros
e caminhões. Ele começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Mas a
professora disse: - Esperem! Não é hora de começar. E ele esperou até
que todos estivessem prontos. Agora, disse a professora, nós iremos
fazer um prato. - Que bom! pensou o menininho. Ele gostava de fazer
pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse: - Esperem! Eu
vou mostrar como se faz. E ela mostrou a todos como fazer um prato
fundo. - Assim - disse a professora - Agora podem começar. O menininho
olhou para o prato da professora. Então olhou para seu próprio prato.
Ele gostava mais do seu prato do que o da professora. Mas ele não podia
dizer isso. Ele amassou o seu barro numa grande bola novamente, e fez um
prato igual o da professora. Era um prato fundo. E muito cedo, o
menininho aprendeu a esperar e a olhar, a fazer as coisas exatamente
como a professora. E muito cedo, ele não fazia mais as coisas por si
próprio.
Então
aconteceu de o menino e sua a família mudarem-se para outra casa, em
outra cidade, e o menininho tinha que ir para outra escola. Esta escola
era maior do que a primeira. E não havia porta da rua nesta escola. E no
primeiro dia ele estava lá.
A
professora disse: - Hoje nós faremos um desenho - Que bom! pensou o
menininho, e ele esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a
professora não disse. Ela apenas andava na sala. Foi até ele e falou: -
Você não quer desenhar? - Sim, disse o menininho, o que é que nós vamos
fazer? - Eu não sei, até que você o faça, disse a professora. - Como eu
posso fazê-lo? Perguntou o menininho. - Da maneira que você gostar,
disse a professora. - De que cor? - Se todo mundo fizer o mesmo desenho e
usar as mesmas cores, como eu vou saber quem fez o quê e qual o desenho
de cada um?
- Eu não sei, disse o menininho. E ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde."
sábado, 26 de julho de 2014
Sobrevivendo...
"Não
existe uma borracha para os dias. Desenhamos nossa história com caneta,
no máximo, uma bic quatro cores - o que já foi escrito não pode ser
apagado. Revivemos com carinho as boas lembranças, mas aquilo que
incomoda, geralmente, tende a ser
ignorado. Nosso emocional finge não haver nada ali, mas o racional cedo
ou tarde aparece pra cobrar uma posição. Pra reivindicar cada coisa em
seu devido lugar.
Na ausência do famoso “branquinho” pra vida, somos obrigados a conviver em harmonia com situações, lembranças, características. Passamos os dias tentando nos equilibrar na linha que separa o “feliz” do “podia ter dormido sem essa”. O “na mosca” do “teeeente outra vez”.
Até aí, tudo certo. Fica tudo lindo quando os sentimentos se apresentam nítidos diante dos nossos olhos, cada um exatamente no seu lugar. Difícil mesmo é quando aparecem os que não se encaixam. Aqueles que ainda não conseguimos acomodar dentro da gente.
Todo mundo (sem exceção) algum dia, de alguma forma, precisou aprender a digerir algo que não sabia como. É um exercício complicado, mas essencial para o bem geral da nação. Da razão ao coração."
Na ausência do famoso “branquinho” pra vida, somos obrigados a conviver em harmonia com situações, lembranças, características. Passamos os dias tentando nos equilibrar na linha que separa o “feliz” do “podia ter dormido sem essa”. O “na mosca” do “teeeente outra vez”.
Até aí, tudo certo. Fica tudo lindo quando os sentimentos se apresentam nítidos diante dos nossos olhos, cada um exatamente no seu lugar. Difícil mesmo é quando aparecem os que não se encaixam. Aqueles que ainda não conseguimos acomodar dentro da gente.
Todo mundo (sem exceção) algum dia, de alguma forma, precisou aprender a digerir algo que não sabia como. É um exercício complicado, mas essencial para o bem geral da nação. Da razão ao coração."
Porém...como diz no livro:
"Porém, o que me impede de agora me deixar
levar por um clima de completo conto de fadas é a seguinte e sólida
verdade, uma verdade que realmente se entranhou nos meus ossos ao longo
dos últimos anos: eu não fui resgatada por um príncipe; eu administrei o
meu próprio resgate."
Elizabeth Gilbert - Comer, rezar, amar
Portas...
"Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto,
procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
A água nunca discute com seus obstáculos,
mas os contorna."
procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
A água nunca discute com seus obstáculos,
mas os contorna."
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