terça-feira, 23 de julho de 2013
Como Mudar?
Como mudar um comportamento?
Não há uma só pessoa que não queira mudar algo em suas atitudes: Ser mais extrovertido e espontâneo, magoar-se menos com as palavras duras recebidas, ser mais proativo e conquistar novos campos profissionais, saber conquistar um novo amor, controlar a ansiedade, livrar-se do pânico, enfim a lista é gigante.
As dificuldades em mudar costumam aparecer quando o medo impede de encarar novas situações ou simplesmente por não saber que caminho seguir para atingir as metas.
Algumas dicas para conquistar mudanças em você:
- Defina exatamente aonde quer chegar
Qual é sua meta? Não defina em termos negativos como por exemplo “quero deixar de ser ansioso e preocupado com tudo”, coloque em termos positivos como “quero responder com alegria ao próximo convite para assumir novas responsabilidades na empresa e realmente desfrutar o crescimento profissional”. Saber aonde quer chegar encurta muito o caminho.
- Insista
Só porque você não obteve resultados da primeira vez não significa que nunca conseguirá, só significa que você ainda não domina o novo comportamento, e vamos lá, só alguém muito arrogante acha que realizará com perfeição logo da primeira vez.
- Repita
Cada vez que você repete um novo comportamento seu cérebro consolida as conexões deste aprendizado, por exemplo, você que ser mais sociável e para isso está treinando iniciar conversas com pessoas que ainda não conhece. Cada vez que você repete este comportamento seu cérebro vai lhe passar a informação de que esta é uma atitude comum em seu repertório e vai enfraquecendo a informação de que você é meio desajeitado para estas coisas.
- Aprenda com os erros
Use cada mancada que quer (claro que você dará mancadas, você não é uma máquina, é um ser humano) olhe para ela de frente, nada de fazer de conta que nada aconteceu, verifique quais mudanças serão necessárias da próxima vez.
- Pratique ensaio mental
Muitas vezes não arriscamos um novo comportamento, como por exemplo enfrentar o chefe linha dura, por não saber como nos sentiremos e o que poderemos fazer caso a coisa esquente. Para sair dessa feche os olhos e veja-se na situação, imagine-se em todo o processo desde o momento que você sai de sua cadeira até o momento que se coloca elegantemente diante do chefe que respondeu rispidamente. A cada vez que você fizer este ensaio mental se tornará mais intimo da nova situação e quando estiver lá, será como realizar algo que está muito acostumado.
- Treine a respiração diafragmática
Deixamos de fazer muita coisa simplesmente porque a ansiedade nos tira o folego para prosseguir. Para isso faça todos os dias, 3 vezes por dia, uma respiração profunda onde o ar infla sua barriga quando inspirado e murcha a barriga quando expirado.
- Procure um tipo de terapia
Muitas vezes você tenta mas não sai do lugar porque há aspectos internos, vivencias que te marcaram, bloqueios internos que são inacessíveis para você mesmo. Entenda que um médico não consegue operar seu próprio corpo, e você também tem limites para entender com clareza todas os subterfúgios mentais que sua psique constrói para impedir que você mude alguma coisa.
Entenda que quando há resistência em mudar é porque algo dentro de você o está prendendo por pura auto defesa – que claramente não está dando muito certo. Lembre-se que todo muro de proteção só funciona até o ponto que não te isola do mundo.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Auto Estima e Você
Auto estima x Transtornos emocionais
Encontramos questões referentes à auto-estima em toda dificuldade emocional. Se você pensar em cada transtorno emocional, depressão, ansiedade , síndrome do pânico , você verá em cada um destes transtornos a auto estima rebaixada. A falta de auto estima está evolvida em todas as dificuldades emocionais.
O depressivo não gosta de si mesmo, da sua vida, não considera que há nada de tão bom em si mesmo que lhe dê alegria de viver, ou seja, a auto estima está rebaixada.
Abuso de álcool , suicídio , violência, em cada um desses quadros tem auto-estima negativa envolvida.
Uma boa auto estima é extremamente importante pra voce ter uma vida satisfatória, legal, gostosa de ser vivida.
O que é auto-estima?
É o julgamento que voce faz de voce mesmo. É autoconfiança, auto-respeito e auto aceitação.
É a auto estima que determina se voce é capaz de dominar os problemas do dia a dia e sua capacidade de se respeitar e fazer valer os seus direitos e suas necessidades .
Auto estima é se sentir confiantemente adequado. É se sentir competente e merecedor .
Não ter auto-estima é se sentir inadequado, se sentir errado diante das pessoas e da vida. É Achar que não é capaz, não é competente, é se sentir errado como ser humano.
Auto estima é privilégio de poucos?
Todo mundo merece ter uma boa auto-estima, ser autoconfiante e ter auto-respeito. Por quê? Porque somos seres pensantes, e a própria capacidade de pensar é prova de que somos competentes, e só o fato de estarmos vivos é prova suficiente de que temos o direito de lutar pela felicidade.
O ideal seria que todos tivéssemos excelente auto-estima. Mas não é a realidade. Muitos se sentem inadequados, sentem medos , insegurança , culpa , um sentimento de não ser “suficiente”.
Muita gente nunca chega a ter uma visão positiva de si mesmo, pois fizeram julgamentos extremistas sobre si, foram severos demais consigo mesmos. Tem gente que consegue ser seu próprio carrasco, nem precisa de outras pessoas pra falarem mal dele, ele mesmo faz isso.
Não conheço ninguém que não seja capaz de desenvolver sua auto-estima, desenvolver a convicção de que é merecedor de viver com felicidade , e aí ter mais autoconfiança , mas inda assim não utiliza esta capacidade, e passa a vida com sentimentos de inferioridade.
Auto estima pra quê?
Quanto maior a auto-estima maior será a capacidade em lidar como os problemas. Quem nunca teve que lidar um rompimento de relacionamentos , com a solidão , com desemprego, com marido agressivo, com filhos que dão trabalho? A pessoa com sua auto-estima em alta conseguirá lidar com isso tudo de forma mais tranqüila.
Quanto mais flexível a pessoa for, mais resistente será à pressão, ao desespero, à derrota. Quanto mais a pessoa se valorizar mais conseguirá superar os problemas da vida.
Quanto maior a auto-estima, mais criativo, e quanto mais criativo mais chance de sucesso. Porque criatividade não serve só pra pintar quadros, serve pra pensar em alternativas pra vida.
Quanto mais você se aprovar mais gente na sua vida vai gostar de voce e mais relações saudáveis terá. Já viram aquela pessoa que todo mundo gosta, parece que atrai gente legal, que a apóia. Ela atrai gente legal porque está legal consigo mesma, porque tem vitalidade, é comunicativa.
Por outro lado, já notaram aquela pessoa que não trata ninguém com respeito, vá lá ver e voce encontra auto-estima negativa nesta pessoa.
Quem não gosta de si pode não saber lidar com as outras pessoas.
APRENDI...
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi
triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias
limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse
sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é
uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e
passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para
sonhar.
Atribuido a Walt Disney
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Pensamentos...
Nós é que aprisionamos os pensamentos
primeiro,depois é que eles nos aprisionam,pensamentos são como pássaros
devem ir e vir em liberdade,quem nunca ficou prisioneiro de um
pensamento só?assim se criam as formas-pensamentos , energias
controladoras geradas em nós mesmos,devemos estar atentos a estas formas
obsessivas de direção.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Psicologia dos Sonhos
(Sigmund Freud)
O sonho é uma manifestação criativa da psique (mente
inconsciente e consciente) e transcende os meros cinco sentidos. Portanto, os
sonhos podem, de forma simbólica e numa linguagem própria, revelar questões de
sua personalidade que precisam ser trabalhadas.
Isto poderia explicar porque as crianças cujo ritmo de aprendizagem é intenso, apresentam mais sono REM que os adultos. Elas necessitam, segundo esta idéia, esquecer as diversas associações erradas ou sem sentido que se formam durante a sua aprendizagem quando estão acordadas, favorecendo, desta forma, o armazenamento das associações ou informações aprendidas que são verdadeiramente importantes. A psicanálise, porém, não aceita essa tese tão simplista. Segundo esta o sonho é um meio pelo qual o inconsciente procura alertar a consciência para o que ela não percebe ou não quer aceitar, e tenta, por compensação, equilibrar a psique, a totalidade de fenômenos psíquicos. Os sonhos trazem à tona os complexos e sugerem alternativas para a consciência, cujo centro é o ego, realizar o que a pessoa é potencialmente. Ou seja, os sonhos são avisos. Carl Jung não reduz os sonhos à satisfação de desejos reprimidos no inconsciente pessoal, como o fez Freud. Ele os toma como mensageiros de complexos. Segundo ele, anexo a nossa consciência imediata existe um segundo sistema psíquico, de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos. Povoando esse inconsciente coletivo há os arquétipos (imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então transmitidos à humanidade inteira). A mãe, o pai, a criança, a anima, o animus, o herói, a sombra, com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados mundialmente em mitos, histórias infantis e sonhos. As mensagens arquetípicas nos sonhos conferem uma forma definida a determinado conteúdo psíquico do inconsciente e quase sempre assumem imagens simbólicas. A psique coletiva, que é uma seleção de arquétipos de um povo numa dada época de sua história, molda a psique individual (a personalidade de cada um de nós). Todavia, no fundo, a coletiva é a exteriorização das individuais. Desse modo, a psique coletiva e a individual existem numa relação dialética.
Desde as mais remotas épocas, os homens procuram entender as
mensagens ou os significados desses fenômenos intrigantes e misteriosos que são
os sonhos. O que tem variado, ao longo do tempo, é a importância atribuída e a
compreensão que se tem deles. Se os sonhos são vistos como série de imagens que
aparecem sem sentido para a personalidade do sonhador ou se são encarados como
mensagens do além, isso demonstra apenas diferentes interpretações, as quais
refletem o status ou a valorização dados a eles.
Nossa vida e nossa história se constroem nos dias em que estamos acordados e nas noites em que dormimos e sonhamos. A psique diurna, consciente, e a psique noturna, inconsciente, apesar de diferentes, se completam para o todo que somos. Por meio dos sonhos estabelecemos uma comunicação com esse lado noturno, em geral desconhecido, mas não menos vivo e atuante. O exame cuidadoso de um sonho mostra que sua configuração não é arbitrária. Sua linguagem é precisa em sua forma pictórica, simbólica. Na medida em que vamos compreendendo essas inter-relações, obtemos um vislumbre de sua coerência e lógica afetiva. Vamos ampliando nossa consciência. Saímos do plano da lógica habitual para abertura para as imagens, emoções, símbolos, enfim, para os aspectos não-racionais da alma. Os sonhos estão relacionados tanto à nossa saúde psíquica quanto física. Freqüentemente, afecções corporais parecem constituir a dramatização dos conflitos psíquicos, ou questões vitais se manifestam no corpo, por falta de outros meios de expressão. Corpo e psique estão interligados ou, como diz Jung : "A psique e a matéria são aspectos diferentes de um único todo".
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